Um soneto de inverno [Christina Rossetti]

A Wintry Sonnet [Christina Rossetti] A Robin said: The Spring will never come, And I shall never care to build again. A Rosebush said: These frosts are wearisome, My sap will never stir for sun or rain. The half Moon said: These nights are fogged and slow, I neither care to wax nor care to…

Citações: Romeu e Julieta, W. Shakespeare.

“Mas, enquanto viveres, afasta-te da raiva” – Gregório. Ato I, cena I. “Temos muito o que fazer com o ódio em nossa cidade, e mais ainda o que fazer com o amor” – Romeu. Ato I, cena I. “Ora, mas é justamente essa a transgressão do amor. – As dores que são minhas e de…

Canção [Christina Rossetti]

When I am dead, my dearest [Christina Rossetti] When I am dead, my dearest, Sing no sad songs for me; Plant thou no roses at my head, Nor shady cypress tree: Be the green grass above me With showers and dewdrops wet; And if thou wilt, remember, And if thou wilt, forget. I shall not…

Ilustrações e citações: A megera domada, de William Shakespeare

John Byam Shaw Liston (1872- 1919) foi pintor, ilustrador, designer e professor britânico, sendo mais conhecido por Byam Shaw. O artista nasceu na cidade de Madras, Índia (hoje chamada Chennai), veio para a Inglaterra em 1878 onde estudou arte em St. John’s Wood School of Art e na Royal Academy Schools. Um dos seus quadros…

Cancioneiro do Amor: os mais belos versos da poesia brasileira (1952).

O cancioneiro do Amor: os mais belos versos da poesia brasileira. Árcades, românticos e parnasianos. Antologia organizada por  Wilson Lousada. Coleção Rubáiyát. 2. Edição.  Rio de Janeiro, 1952. Livraria José OLYMPIO Editora. Autores citados na coletânea:  Século XVIII: Gregório de Matos. Arcadismo: Cláudio Manuel da Costa, Alvarenga Peixoto, Tomás Antonio Gonzaga e Silva Alvarenga. Romantismo:…

“Ainda uma vez- adeus”, Gonçalves Dias. O poema e sua história

Ainda uma vez- adeus  Enfim te vejo –  enfim posso, Curvado a teus pés, dizer-te, Que não cessei de querer-te Pesar de quanto sofri. Muito penei! Cruas ânsias Dos teus olhos afastado, Houveram-me acabrunhado, A não lembrar-me de ti! Dum mundo a outro impelido, Derramei os meus lamentos Nas surdas asas dos ventos, Do mar…

Emily Dickinson: alguns poemas (inglês e português)

I dwell in Possibility – A fairer House than Prose – More numerous of Windows – Superior – for Doors – Of Chambers as the Cedars – Impregnable of Eye – And for an Everlasting Roof The Gambrels of the sky – Of Visitors – the fairest – For Occupation – This – The spreading…

Uma aranha paciente e silenciosa [Walt Whitman]

A Noiseless Patient Spide [Walt Whitman] A noiseless patient spider, I mark’d where on a little promontory it stood isolated, Mark’d how to explore the vacant vast surrounding, It launch’d forth filament, filament, filament, out of itself, Ever unreeling them, ever tirelessly speeding them. And you O my soul where you stand, Surrounded, detached, in…

Snow-Flakes [Henry Wadsworth Longfellow]

Snow-Flakes [Henry Wadsworth Longfellow] Out of the bosom of the Air, Out of the cloud-folds of her garments shaken, Over the woodlands brown and bare, Over the harvest-fields forsaken, Silent, and soft, and slow Descends the snow. Even as our cloudy fancies take Suddenly shape in some divine expression, Even as the troubled heart doth…

A Primeira Vez [Gustavo Corção]

Capítulo do livro Três Alqueires e Uma Vaca, de Gustavo Corção.  Aquela frase, seja qual fôr seu dono, esclarece a idéia do mistério, e ajuda-nos a compreender o incalculável valor que Chesterton atribuía à poesia na restauração do equilíbrio mental. A poesia é útil, e hoje mais do que nunca, porque renova as coisas. Mas…