Três Alqueires E Uma Vaca [Gustavo Corção]

“Ora, o convite de Gustavo Corção ao leitor, a propósito de Chesterton, nós o repetimos a propósito de Gustavo Corção. Faça o leitor a experiência: leia Gustavo Coração, leia êste livro de Gustavo Corção. A falar da vida e da obra de um dos grandes escritores de nosso tempo – Chesterton – o leitor encontrará…

O mágico de Oz, de L. Frank Baum

  Trechos do livro:  “Quando Dorothy, que era órfã, veio ficar com ela, a tia Em ficou tão assustada com a risada da criança que gritava e colocava a mão no coração sempre que a voz alegre de Dorothy chegava aos seus ouvidos. Ela olhava para a menininha surpresa de que ela pudesse encontrar motivo…

“A vida de estudo é austera e impõe pesadas obrigações. Ela traz compensações, por sinal, generosas; mas ela exige um investimento à altura de poucos. Os atletas da inteligência, tal como os do esporte, devem prever as privações, os longos treinos e uma tenacidade às vezes sobre-humana. A verdade só está a serviço de seus…

Tufão, de Joseph Conrad

“O capitão Mac Whirr, do vapor Nan-Shan, tinha uma fisionomia que retratava com exatidão seu espírito: não apresentava características marcantes ver perseverança ou estupidez; não possuía singularidades de qualquer espécie. Era absolutamente comum, indiferente e pacato. A única coisa que sua aparência às vezes sugeria era timidez.”

Alguns Contos de Murilo Rubião

Murilo Rubião nasceu em 1° de junho de 1916 em Carmo de Minas (MG) e morreu em 16 de setembro de 1991 em Belo Horizonte. Leia mais sobre o autor aqui. “Costuma-se atribuir a pouca produção de Murilo Rubião ao trabalho árduo com a linguagem, a uma busca obsessiva pela palavra exata, pela clareza do…

Helena, de Machado de Assis

por Machado de Assis Algumas frases da obra: “Mas a tristeza é necessária à vida, acudiu D. Tomásia, que abrira os olhos logo à entrada do marido. As dores alheias fazem lembrar as próprias, e são um corretivo da alegria, cujo excesso pode engendrar o orgulho.” pág.12 “- Doutor, disse D. Úrsula, depois de hesitar…

O diário de Mistress Joan Martyn

“A madrugada, mesmo quando há melancolia e faz frio, nunca deixa de me varar pelos membros, como se me atirasse flechas de um gelo penetrante e rútilo. Descerro as grossas cortinas e busco o primeiro brilho do céu, que mostra que a vida está a irromper. Rosto colado na vidraça, gosto de imaginar que me…